24.5.07
22.5.07
Reunião em breve
Atendendo ao momento delicado que o SC Beira-Mar atravessa, o M1922 realizará uma Reunião Magna na próxima semana, em data e local a definir, com o objectivo de promover uma reflexão séria sobre o futuro do Clube.
30.4.07
Documento do M1922
Nota Prévia:
A decisão de elaborar este documento resultou da primeira reunião do M1922 que se realizou no dia 19 de Janeiro no Auditório do Instituto da Juventude em Aveiro e que contou com a presença de sessenta associados do Sport Clube Beira-Mar.
O presente escrito aglutina várias críticas e propostas emanadas pelos sócios nessa reunião, bem como, outras que posteriormente nos foram remetidas com esse propósito. Na parte final, aproveitamos a oportunidade para solicitar alguns esclarecimentos sobre outras questões que nos parecem fundamentais para o futuro do Clube.
Foi nossa intenção produzir um documento descomprometido, de teor genérico, sem pareceres técnicos ou posições dogmáticas, que traduzem apenas um sentimento comum dos sócios que incorporam o M1922. Por uma questão de mera organização, optámos pela subdivisão nos seguintes tópicos que nos pareceram adequados: SÓCIOS, COMUNIDADE, ESCOPO E SUSTENTABILIDADE, PARCERIAS, CREDIBILIDADE e PEDIDO DE ESCLARECIMENTO.
Pretendemos, através deste suporte, dar um pequeno contributo no sentido de auxiliar a direcção do SC Beira-Mar a compreender alguns dos motivos da insatisfação dos sócios em relação a algumas opções estratégicas assumidas pelo actual executivo.
O presente escrito aglutina várias críticas e propostas emanadas pelos sócios nessa reunião, bem como, outras que posteriormente nos foram remetidas com esse propósito. Na parte final, aproveitamos a oportunidade para solicitar alguns esclarecimentos sobre outras questões que nos parecem fundamentais para o futuro do Clube.
Foi nossa intenção produzir um documento descomprometido, de teor genérico, sem pareceres técnicos ou posições dogmáticas, que traduzem apenas um sentimento comum dos sócios que incorporam o M1922. Por uma questão de mera organização, optámos pela subdivisão nos seguintes tópicos que nos pareceram adequados: SÓCIOS, COMUNIDADE, ESCOPO E SUSTENTABILIDADE, PARCERIAS, CREDIBILIDADE e PEDIDO DE ESCLARECIMENTO.
Pretendemos, através deste suporte, dar um pequeno contributo no sentido de auxiliar a direcção do SC Beira-Mar a compreender alguns dos motivos da insatisfação dos sócios em relação a algumas opções estratégicas assumidas pelo actual executivo.
___
Sócios:
Consideramos que os sócios são a razão de ser da colectividade. Devem os associados ser chamados a participar nas decisões que vinculem ou comprometam a instituição no futuro.
Entendemos que é importante cultivar uma política de proximidade entre os associados e os órgãos sociais do Clube por eles eleitos. Caso contrário, dilui-se a dimensão de «projecto colectivo» e desincentiva-se os sócios a participarem e darem o seu contributo para o desenvolvimento da instituição. Significará a consolidação do processo de distanciamento progressivo do Clube em relação à sua base social de apoio, que já se verifica.
As declarações públicas do Presidente da Direcção, Sr. Artur Filipe, relativamente à insignificância do contributo económico dos associados para o orçamento do Clube atestam do divórcio que se assiste hoje entre o Clube e a sua comunidade.
Pensamos que, assumida esta lacuna, cumpre à Direcção em cooperação com os restantes órgãos sociais do Clube promover medidas concretas que reaproximem a instituição da sua massa associativa.
Importa referir que a relação SÓCIO-CLUBE-SÓCIO concretiza-se em todos os momentos de contacto entre o associado e a Instituição, como são exemplos as Assembleias Gerais, o contacto com os serviços administrativos, o acesso às infra-estruturas desportivas, ou, mesmo no contacto com os órgãos de informação, oficiais e não oficiais, que se debrucem sobre o Clube.
Estamos convictos que a promoção de uma verdadeira política de proximidade fará toda a diferença, produzindo significativos dividendos, tanto ao nível da gestão como do prestígio e engrandecimento da Instituição.
Entendemos que é importante cultivar uma política de proximidade entre os associados e os órgãos sociais do Clube por eles eleitos. Caso contrário, dilui-se a dimensão de «projecto colectivo» e desincentiva-se os sócios a participarem e darem o seu contributo para o desenvolvimento da instituição. Significará a consolidação do processo de distanciamento progressivo do Clube em relação à sua base social de apoio, que já se verifica.
As declarações públicas do Presidente da Direcção, Sr. Artur Filipe, relativamente à insignificância do contributo económico dos associados para o orçamento do Clube atestam do divórcio que se assiste hoje entre o Clube e a sua comunidade.
Pensamos que, assumida esta lacuna, cumpre à Direcção em cooperação com os restantes órgãos sociais do Clube promover medidas concretas que reaproximem a instituição da sua massa associativa.
Importa referir que a relação SÓCIO-CLUBE-SÓCIO concretiza-se em todos os momentos de contacto entre o associado e a Instituição, como são exemplos as Assembleias Gerais, o contacto com os serviços administrativos, o acesso às infra-estruturas desportivas, ou, mesmo no contacto com os órgãos de informação, oficiais e não oficiais, que se debrucem sobre o Clube.
Estamos convictos que a promoção de uma verdadeira política de proximidade fará toda a diferença, produzindo significativos dividendos, tanto ao nível da gestão como do prestígio e engrandecimento da Instituição.
___
Comunidade:
No seguimento da política de proximidade que defendemos na relação do SÓCIOS-CLUBE-SÓCIOS, defendemos também uma política de abertura da Instituição à comunidade (não sócios).
O Sport Clube Beira-Mar não pode reduzir a sua capacidade representativa da região a critérios de natureza territorial ou conjuntural.
Defendemos que o carácter representativo do Clube depende da sua capacidade em mobilizar e interagir com a comunidade que o envolve.
Acreditamos que tal desiderato deve ser perseguido em diferentes níveis. A título de exemplo, no que concerne ao futebol profissional, estaremos mais próximos do objectivo criando ligações efectivas de representatividade entre os adeptos e o plantel, através de uma aposta tendencial em atletas da região. Uma política integrada de abertura à comunidade deve contemplar campanhas vocacionadas especificamente para a atracção de público “não-sócio”.
Porém, importa neste âmbito relevar o importante contributo do ECLETISMO e da FORMAÇÃO. A actividade do Clube não se deve esgotar na constituição de uma equipa de futebol para participar nos campeonatos profissionais todos os anos. Entendemos que o Clube não se deve demitir das suas responsabilidades sociais de promoção cívica e cultural da sua comunidade através da prática desportiva. Para se exigir o apoio popular, é necessário que exista o devido retorno.
Trata-se de um ponto vital para o envolvimento da comunidade na vida do Clube concretizando uma «mais-valia» que a todos beneficia. O ecletismo e a formação devem ser olhados numa óptica de investimento e não de despesa.
O Sport Clube Beira-Mar não pode reduzir a sua capacidade representativa da região a critérios de natureza territorial ou conjuntural.
Defendemos que o carácter representativo do Clube depende da sua capacidade em mobilizar e interagir com a comunidade que o envolve.
Acreditamos que tal desiderato deve ser perseguido em diferentes níveis. A título de exemplo, no que concerne ao futebol profissional, estaremos mais próximos do objectivo criando ligações efectivas de representatividade entre os adeptos e o plantel, através de uma aposta tendencial em atletas da região. Uma política integrada de abertura à comunidade deve contemplar campanhas vocacionadas especificamente para a atracção de público “não-sócio”.
Porém, importa neste âmbito relevar o importante contributo do ECLETISMO e da FORMAÇÃO. A actividade do Clube não se deve esgotar na constituição de uma equipa de futebol para participar nos campeonatos profissionais todos os anos. Entendemos que o Clube não se deve demitir das suas responsabilidades sociais de promoção cívica e cultural da sua comunidade através da prática desportiva. Para se exigir o apoio popular, é necessário que exista o devido retorno.
Trata-se de um ponto vital para o envolvimento da comunidade na vida do Clube concretizando uma «mais-valia» que a todos beneficia. O ecletismo e a formação devem ser olhados numa óptica de investimento e não de despesa.
___
Escopo e sustentabilidade:
Face ao paradigma actual do associativismo com o qual nos confrontamos, pensamos que importa redefinir com clareza o escopo da Instituição, adequando-o a uma realidade que reconhecemos adversa.
Neste âmbito, compreendemos que os constrangimentos financeiros obriguem a uma profunda transformação do modelo de viabilidade do Clube. Recusamos, porém, que tal transformação implique o asfixiamento das modalidades amadoras e o desinvestimento na formação em favor de um hipotético e efémero aumento de competitividade da equipa profissional de futebol, deixando esta de ser fonte de receita para o Clube, tornando-se numa causa de endividamento.
Admitimos que o futebol é hoje a principal actividade, da qual depende em grande medida o orçamento do Clube. Contudo, parece-nos pertinente que se encontre um ponto de equilíbrio entre o retorno económico e a visibilidade da marca que o futebol profissional proporciona em relação ao escopo social do SC Beira-Mar. Defendemos, quanto a este aspecto, que a aposta estratégica deve recair na formação de competências, contribuindo desse modo para a redução de custos a médio e longo prazo e para a identificação do Clube com a sua comunidade.
Na nossa perspectiva, o futebol profissional é um meio de engrandecimento da Instituição, mas não deve ser um fim em si mesmo.
Estamos cientes das dificuldades que este paradigma levanta, mas acreditamos que o Clube deve definir o seu rumo, promovendo um profundo debate para o qual os associados devem ser chamados a intervir.
Neste âmbito, compreendemos que os constrangimentos financeiros obriguem a uma profunda transformação do modelo de viabilidade do Clube. Recusamos, porém, que tal transformação implique o asfixiamento das modalidades amadoras e o desinvestimento na formação em favor de um hipotético e efémero aumento de competitividade da equipa profissional de futebol, deixando esta de ser fonte de receita para o Clube, tornando-se numa causa de endividamento.
Admitimos que o futebol é hoje a principal actividade, da qual depende em grande medida o orçamento do Clube. Contudo, parece-nos pertinente que se encontre um ponto de equilíbrio entre o retorno económico e a visibilidade da marca que o futebol profissional proporciona em relação ao escopo social do SC Beira-Mar. Defendemos, quanto a este aspecto, que a aposta estratégica deve recair na formação de competências, contribuindo desse modo para a redução de custos a médio e longo prazo e para a identificação do Clube com a sua comunidade.
Na nossa perspectiva, o futebol profissional é um meio de engrandecimento da Instituição, mas não deve ser um fim em si mesmo.
Estamos cientes das dificuldades que este paradigma levanta, mas acreditamos que o Clube deve definir o seu rumo, promovendo um profundo debate para o qual os associados devem ser chamados a intervir.
___
Parcerias:
Por princípio, não somos contra as parcerias com entidades externas ao SC Beira-Mar, desde que estas assentem numa conjugação de interesses que contribua para a melhor prossecução do escopo do Clube.
Parece-nos essencial que o Clube estabeleça uma plataforma que lhe permita ser autonomamente viável, dependendo apenas do desempenho económico da sua actividade.
Deste modo, as parcerias devem conter na sua génese uma intenção de desenvolvimento estratégico que permita ao Clube prosseguir de uma forma mais eficaz e abrangente os seus fins.
Recusamos parcerias celebradas com o intuito de disfarçar erros de gestão, num contexto de assumido desespero económico, sem qualquer perspectiva de desenvolvimento a médio e longo prazo e que transfiram para terceiros a responsabilidade de gerir importantes activos do Clube.
Parece-nos essencial que o Clube estabeleça uma plataforma que lhe permita ser autonomamente viável, dependendo apenas do desempenho económico da sua actividade.
Deste modo, as parcerias devem conter na sua génese uma intenção de desenvolvimento estratégico que permita ao Clube prosseguir de uma forma mais eficaz e abrangente os seus fins.
Recusamos parcerias celebradas com o intuito de disfarçar erros de gestão, num contexto de assumido desespero económico, sem qualquer perspectiva de desenvolvimento a médio e longo prazo e que transfiram para terceiros a responsabilidade de gerir importantes activos do Clube.
___
Credibilidade:
Consideramos que a credibilidade consubstancia um dos alicerces fundamentais de qualquer Instituição.
Para a construção e manutenção de uma imagem credível concorrem vários factores, dos quais destacamos:
Situação económico-financeira;
Património axiológico (social e desportivo);
Postura dos seus representantes;
Desempenho actual, etc.
Sobre esta matéria, pensamos que os órgãos sociais do SC Beira-Mar podem e devem trabalhar melhor, tanto ao nível da imagem como do conteúdo. Escusamo-nos a reportar aqui os factos que fundamentam esta nossa opinião, uma vez que são do domínio público.
Preocupa-nos, ainda, os encargos que o défice de credibilidade possa representar para as futuras gerações de dirigentes que terão de suportar o ónus da imagem do Clube estar associada à prática de factos que não dignificam os seus agentes.
Para a construção e manutenção de uma imagem credível concorrem vários factores, dos quais destacamos:
Situação económico-financeira;
Património axiológico (social e desportivo);
Postura dos seus representantes;
Desempenho actual, etc.
Sobre esta matéria, pensamos que os órgãos sociais do SC Beira-Mar podem e devem trabalhar melhor, tanto ao nível da imagem como do conteúdo. Escusamo-nos a reportar aqui os factos que fundamentam esta nossa opinião, uma vez que são do domínio público.
Preocupa-nos, ainda, os encargos que o défice de credibilidade possa representar para as futuras gerações de dirigentes que terão de suportar o ónus da imagem do Clube estar associada à prática de factos que não dignificam os seus agentes.
___
Pedido de esclarecimento:
Aproveitamos a oportunidade que o presente documento nos oferece para solicitar à Direcção um esclarecimento sobre algumas matérias que nos parecem essenciais:
- Papel e função da Academia, assim como ponto de situação quanto à localização e financiamento do Centro de Formação;
- Projecto para as modalidades amadoras (objectivos, modelo de gestão e mecanismos de financiamento);
- Ponto de situação do protocolo de permuta do andar no Centro Avenida entre o SC Beira-Mar e a CMA com vista à construção da Sede Social do Clube;
- Posição do Clube em relação às rendas da Aveiro Polis indevidamente recebidas pela CMA;
- Ponto de situação sobre a bomba de gasolina a explorar pelo SC Beira-Mar protocolada com a CMA;
- Ponto de situação sobre o protocolo de utilização do Estádio Municipal de Aveiro – Mário Duarte, celebrado entre o SC Beira-Mar e a EMA;
- Ponto de situação dos campos de treino junto ao Estádio Municipal;
- Ponto de situação quanto à localização e financiamento do novo Pavilhão do SC Beira-Mar;
- Perspectiva da Direcção quanto à viabilidade de uma Sociedade Anónima Desportiva para o futebol;
- Ponto de situação do Museu do Clube;
- Papel e função da Academia, assim como ponto de situação quanto à localização e financiamento do Centro de Formação;
- Projecto para as modalidades amadoras (objectivos, modelo de gestão e mecanismos de financiamento);
- Ponto de situação do protocolo de permuta do andar no Centro Avenida entre o SC Beira-Mar e a CMA com vista à construção da Sede Social do Clube;
- Posição do Clube em relação às rendas da Aveiro Polis indevidamente recebidas pela CMA;
- Ponto de situação sobre a bomba de gasolina a explorar pelo SC Beira-Mar protocolada com a CMA;
- Ponto de situação sobre o protocolo de utilização do Estádio Municipal de Aveiro – Mário Duarte, celebrado entre o SC Beira-Mar e a EMA;
- Ponto de situação dos campos de treino junto ao Estádio Municipal;
- Ponto de situação quanto à localização e financiamento do novo Pavilhão do SC Beira-Mar;
- Perspectiva da Direcção quanto à viabilidade de uma Sociedade Anónima Desportiva para o futebol;
- Ponto de situação do Museu do Clube;
- Data prevista de eleição do Conselho Geral.
11.4.07
Impressões da reunião
Na manhã de segunda-feira, 9 de Abril de 2007, dois elementos do Movimento 1922 foram recebidos no Estádio Municipal de Aveiro pelos senhores Presidente e vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Beira-Mar, o General António Graça e João Barbosa respectivamente, e ainda, pelo senhor João Manuel Silva, membro da direcção do Beira-Mar, que esteve presente não mandatado pela mesma, mas a convite pessoal do General António Graça.
Durante cerca de hora e meia foi debatido o momento actual do clube, apresentado o M1922 e os seus propósitos e entregue o documento do M1922 (será divulgado em breve) o qual será levado à próxima reunião de direcção (promessa do Presidente da Mesa da Assembleia Geral).
Entre outros assuntos, foram abordados: o passivo actual do clube, o facto da direcção se ter ou não debruçado sobre a constituição de uma sociedade anónima desportiva para o futebol, as modalidades amadoras, a formação, o “caso Legea-equipamentos”, a parceria com a Invertfutbol e os protocolos com a Câmara Municipal de Aveiro.
Ao longo da reunião, o Presidente da Assembleia Geral auri-negra revelou preocupação relativamente aos anseios e dúvidas dos associados explícitos no documento e assegurou uma reflexão pessoal sobre os mesmos para breve. Reconhecendo o fracasso da acção do Sport Clube Beira-Mar em matéria de comunicação e o deterioramento das ligações da Instituição com os seus associados, o General António Graça concordou com a necessidade de uma resposta directiva às questões levantadas pelo documento do M1922 através do site do clube ou de qualquer outra forma de comunicação com a comunidade.
Enaltecemos a disponibilidade e sensibilidade demonstradas pelos presentes na reunião e ansiamos a chegada do esclarecimento às questões levantadas na mesma.
Durante cerca de hora e meia foi debatido o momento actual do clube, apresentado o M1922 e os seus propósitos e entregue o documento do M1922 (será divulgado em breve) o qual será levado à próxima reunião de direcção (promessa do Presidente da Mesa da Assembleia Geral).
Entre outros assuntos, foram abordados: o passivo actual do clube, o facto da direcção se ter ou não debruçado sobre a constituição de uma sociedade anónima desportiva para o futebol, as modalidades amadoras, a formação, o “caso Legea-equipamentos”, a parceria com a Invertfutbol e os protocolos com a Câmara Municipal de Aveiro.
Ao longo da reunião, o Presidente da Assembleia Geral auri-negra revelou preocupação relativamente aos anseios e dúvidas dos associados explícitos no documento e assegurou uma reflexão pessoal sobre os mesmos para breve. Reconhecendo o fracasso da acção do Sport Clube Beira-Mar em matéria de comunicação e o deterioramento das ligações da Instituição com os seus associados, o General António Graça concordou com a necessidade de uma resposta directiva às questões levantadas pelo documento do M1922 através do site do clube ou de qualquer outra forma de comunicação com a comunidade.
Enaltecemos a disponibilidade e sensibilidade demonstradas pelos presentes na reunião e ansiamos a chegada do esclarecimento às questões levantadas na mesma.
P´lo Movimento 1922;
João Roldão
Ricardo Pereira
7.4.07
COMUNICADO
Informamos que uma representação do M1922 será recebida pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, o Sr. António Rodrigues Graça, na sede do Clube no próximo dia 9 de Abril pelas 11:30.
.
No seguimento da proposta anuída aquando da realização da 1ª Reunião Magna em 19 de Janeiro, o M1922 solicitou uma reunião conjunta com os senhores Presidente da Mesa da Assembleia Geral e Presidente da Direcção do Sport Clube Beira-Mar no sentido de entregar em mão um documento que congrega as principais ideias deste movimento de associados em relação ao Clube.
No seguimento da proposta anuída aquando da realização da 1ª Reunião Magna em 19 de Janeiro, o M1922 solicitou uma reunião conjunta com os senhores Presidente da Mesa da Assembleia Geral e Presidente da Direcção do Sport Clube Beira-Mar no sentido de entregar em mão um documento que congrega as principais ideias deste movimento de associados em relação ao Clube.
.
Registamos e agradecemos a disponibilidade do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia Geral em nos receber e continuaremos a aguardar uma resposta por parte do Sr. Presidente da Direcção.
Registamos e agradecemos a disponibilidade do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia Geral em nos receber e continuaremos a aguardar uma resposta por parte do Sr. Presidente da Direcção.
P´lo M1922;
Ricardo Pereira
João Roldão
Ruben Marinho
Ricardo Pereira
João Roldão
Ruben Marinho
22.1.07
21.1.07
Ainda sobre a 1ª reunião
Reuniram-se ontem cerca de sessenta sócios, no auditórios do IPJ em Aveiro, no âmbito do Movimento 1922. Se é verdade que este tipo de iniciativas são sempre importantes em qualquer colectividade que se pretende dinâmica e viva, também é verdade que, desta vez, o encontro deveu-se essencialmente a um facto: os sócios sentem que o clube está a ser mal gerido e caminha lentamente para o seu fim.Acima de tudo, agradou-me sentir que nenhum dos sócios que promoveu esta primeira reunião geral o fez por quezílias pessoais ou políticas, e destaco os discursos iniciais do Nuno Quintaneiro, Pedro Neves e o slideshow do Bruno Martins. Para além disso, todos os que compareceram tiveram oportunidade de falar, revelando uma cultura democrática que tem faltado exactamente na nossa direcção.Agradou-me perceber que, qualquer um dos sócios citados, fala com conhecimento de causa e verdadeiro amor ao clube, e que o Beira-Mar tem património humano mais do que suficiente a justificar a sua existência.As preocupações dos adeptos são muitas, a começar por um sentimento geral de afastamento da família aveirense. O número de sócios pagantes tem diminuído e a direcção não é capaz de, num só momento, pensar que isso se deve a ela mesma, à sua falta de diálogo e constante desprezo pelos sócios. A demonstrá-lo, leram-se algumas declarações de Artur Filipe a jornais regionais que são, no mínimo, graves.Os sócios têm que sentir que fazem parte deste projecto que se chama Beira-Mar, caso contrário vão-se embora. Eu faço o mesmo, no dia em que sentir que sou sócio duma empresa e não dum clube. Da gestão do futebol profissional também se falou, com números e dados concretos. É claro que é preocupante gastar dinheiro em inúmeros passes de jogadores e depois não tentar sequer rentabilizá-los; é claro que uma equipa como o Beira-Mar não pode andar a pagar salários a 40 jogadores; é claro que não se deve renovar a equipa técnica três vezes numa época sem motivo aparente, principalmente quando se troca um treinador com provas dadas por um espanhol que ninguém conhece de lado nenhum. É claro que, com esta não gestão, a descida de divisão pode significar o fim do clube, já que significa um enorme corte nas receitas. É claro para todos menos, talvez, para a direcção actual.No entanto, nem só de futebol vive o Beira-Mar, e o afogo financeiro das modalidades amadoras e escalões de formação chega a ser ridículo. Falou-se de cortes no transporte de jogadores júniores de Futsal, de cortes até nos lanches de equipas de infantis e iniciados. Mais grave ainda, na inevitabilidade de transferir fundos das modalidades amadoras para os salários que se pagam escusadamente na equipa profissional de futebol.É óbvio que a direcção está desnorteada, que o Beira-Mar está desgovernado, que os adeptos estão assustados. É óbvio que é necessário que o Movimento 1922 cresça e venha a ser um exemplo de intervenção cívica na vida do clube. Acredito que sim, que pode vir a acontecer.
Ivar Corceiro in Portal Beira-Mar
20.1.07
Reunião positiva
Gostei do ambiente de "tertúlia" que pautou a 1ª reunião do M1922. Tenho pena que algumas pessoas que serão fundamentais para a dinâmica do Movimento não tenham podido estar presentes, mas certamente não faltarão outras oportunidades. Mesmo assim, a plateia contou com mais de meia centena de associados. Um número interessante, tratando-se da primeira iniciativa do Movimento.
A reunião serviu, essencialmente, para apresentar os propósitos do M1922. Apesar do tom crítico que dominou a maior parte das intervenções em relação à actual gestão do Clube, se alguém se deslocou ao auditório do IPJ a contar com um Movimento com o exclusivo propósito de "oposição" enganou-se. Somos pessoas responsáveis, desinteressadas e independentes. Não alinhamos em folclore. Daqui para a frente, estaremos vigilantes e não deixaremos de tomar posição sobre as questões que consideramos fundamentais para a vida do Clube. A propósito desta 1ª reunião, será elaborado um documento com as principais críticas/propostas que resultaram do encontro, devendo ser constituída uma comissão do M1922 que se encarregará de o apresentar à direcção.
Futuramente, o M1922 realizará outras iniciativas e apostaremos mais na divulgação. Este foi apenas o primeiro passo em prol da união dos sócios.
A reunião serviu, essencialmente, para apresentar os propósitos do M1922. Apesar do tom crítico que dominou a maior parte das intervenções em relação à actual gestão do Clube, se alguém se deslocou ao auditório do IPJ a contar com um Movimento com o exclusivo propósito de "oposição" enganou-se. Somos pessoas responsáveis, desinteressadas e independentes. Não alinhamos em folclore. Daqui para a frente, estaremos vigilantes e não deixaremos de tomar posição sobre as questões que consideramos fundamentais para a vida do Clube. A propósito desta 1ª reunião, será elaborado um documento com as principais críticas/propostas que resultaram do encontro, devendo ser constituída uma comissão do M1922 que se encarregará de o apresentar à direcção.
Futuramente, o M1922 realizará outras iniciativas e apostaremos mais na divulgação. Este foi apenas o primeiro passo em prol da união dos sócios.
Em nome dos coordenadores desta primeira reunião, congratulo-me pela elevação do debate e agradeço a disponibilidade dos sócios que estiveram presentes.
NQM
16.1.07
1ª Reunião Magna do M1922
Convidamos TODOS os sócios do Sport Clube Beira-Mar a participar na 1ª Reunião do M1922 que se realizará na próxima Sexta-Feira, dia 19, no Auditório do Instituto Português da Juventude, junto ao antigo Estádio Mário Duarte, pelas 21 horas.
Pretendemos unir os sócios, promovendo o esclarecimento e discussão sobre o momento grave que o Clube atravessa, tendo em vista a definição das linhas de actuação do Movimento 1922.
Solicitamos que os sócios se apresentem munidos com o respectivo cartão.
Para qualquer esclarecimento ou sugestão, o nosso contacto: m1922@sapo.pt
15.1.07
MANIFESTO
Somos um grupo de sócios atentos ao momento difícil que o Clube atravessa e sentimos necessidade de promover um espaço de esclarecimento, reflexão, debate e intervenção dirigido a toda a massa associativa do Sport Clube Beira-Mar.Pretendemos relembrar o papel dos sócios na vida da Instituição, contribuindo para a revitalização do espírito militante que se tem vindo a perder no seio do nosso Clube.
Pensamos que urge um debate sério e aberto sobre o actual momento do Sport Clube Beira-Mar. Queremos que os sócios se façam ouvir, se pronunciem sobre o rumo que pretendem, pois são a essência e a principal razão de ser do Clube.
Propomo-nos a participar activamente, ajudando a cativar novos sócios e a recuperar aqueles que se encontram arredados do quotidiano Beiramarense, pois o Beira-Mar precisa de todos!
Entendemos que o SC Beira-Mar é um projecto colectivo que pertence e está ao serviço dos aveirenses e daqueles que gostam da colectividade. Não admitiremos que ninguém se apodere do Clube! Aveiro precisa e merece o SC Beira-Mar.
Os verdadeiros Beiramarenses têm de se unir e não permitir que a Instituição caminhe lentamente para o seu fim! Temos o dever de dignificar os oitenta e cinco anos de história da Instituição!
Em nome da união dos sócios e em honra aos fundadores do Clube, surge o Movimento 1922.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
